Na batida do tambor, dos atabaques, dos sons ancestrais eu percebi como meu coração batia. Em um dia de festa eu escutei a voz do mundo, a voz de Deus, no simples bater de um atabaque. Minha alma se encheu de Fé e eu comecei a caminhar na estrada certa.
Talvez seja isso que os povos indígenas fazem quando tocam seus tambores ou os africanos com seus atabaques, escutar a voz de seus corações, a voz do mundo, sentir o peito bater na batida do tambor e perceber a magnitude de Deus em uma simples reflexão.
Deixo então dois vídeos, o primeiro é um canto Xamãnico de povos norte americanos, mas específico da região do atual EUA, o segundo é um ritual para cultuar-se a natureza, a Mãe Natureza, criação de Zambi, Tupã, Deus, seja qual for o nome, Ele é essência, não forma, é o cosmos criador. Espero que ao escutarem os chamados indígenas sintam seus corações vibrarem em luz, pois é assim que o meu permanece desde que escutei a primeira batida.
Deus salve os povos indígenas, os africanos, o Brasil, Deus salve a todos os povos! Que Zambi ilumine o coração de cada um e que os ensine a excluir qualquer forma de preconceito, raiva, sentimentos ruins no geral. Axé!
Saravá os Caboclos, saravá o povo da pele vermelha!

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